Antes de qualquer coisa, as vezes nos confundimos com as
terminologias segundo Maurício S. Jr¹ usamos ” redes sociais” quando normalmente
estamos falando das ” mídias”, já que redes sociais são relacionamentos que
podemos ter pessoalmente inclusive e na atualidade é muito popular estes
relacionamentos serem feitos pela internet, pelas mídias sociais.
Pois bem, quem não se lembra de uma grande demonstração do
poder das redes e das mídias sociais, no ano passado? As manifestações de Junho
de 2013 foram um dos maiores exemplos de como as pessoas podem se unir em prol
de um objetivo em comum (apesar de não ser muito claro neste caso) estas pessoas
que foram as ruas se comunicavam através das mídias sociais e causou espanto o
volume de pessoas dispostas a pressionar o governo pelos iniciais 0,20 centavos
tendo êxito em algumas cidades. Então o que se pode tirar de tudo isto é que
temos grandes ferramentas de transformação social em nossas mãos e fatalmente
usamos para fins banais, tudo bem que é legal as fotos das festas com a
galera ou qualquer coisa do tipo, mas
não vemos o mesmo empenho em curtir/compartilhar/postar algo para reivindicar algum direito que é
nosso!
Por exemplo sabiam que podemos fazer uma proposta de lei
federal por Iniciativa Popular? porém o
legislador colocou umas regrinhas, entre elas: ser eleitor ; apresentar a
proposta para câmara dos deputados com
assinatura de 1% do eleitorado nacional; distribuído por no mínimo em 5
estados e com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um
deles. Em se tratando de tempos sem internet era a certeza de que isto
nunca poderia ser posto em prática, hoje em dia é difícil mas aí voltamos as
tais mídias, o que torna um pouco mais viável esta possibilidade.
Em outras palavras, para transformar a sociedade que tanto
criticamos basta prestar um pouco mais de atenção em notícias que sejam
relevantes para o desenvolvimento social buscar por sites como portal da transparência,
ao invés de marcar um rolezinho nos shoppings podemos marcar um para a câmara
de vereadores ou assembleia legislativa para exigir maior atenção às questões tecnológicas
no estado, cobrar leis enfim, fiscalizar é a palavra! talvez nem eu ou vocês
administraríamos muito bem uma enorme quantia de dinheiro de desconhecidos que
não se importam com o que você vai fazer dele. Esperar outubro pra que nasça um
Messias que resolva todos os problemas não é a solução, independente de
preferencias políticas é preciso estar atento e se for preciso nos manifestar,
cobrar pois temos a web para nos unir, a mudança está ao alcance dos dedos,
caso contrário seguiremos xingando muito no twitter e sempre muito #chatiados.
Alguns links que possam interessar:
- Lei 5.281 de 2004 Dispõe sobre o Sistema Estadual de Tecnologia da Informação e de Comunicações de Sergipe e sobre o Conselho Estadual de Tecnologia da Informação e de Comunicações de Sergipe:
- Câmara Municipal de Aracaju:
http://www.cmaju.se.gov.br/
- Fapitec
http://www.fapitec.se.gov.br/
Referências:
*¹< http://www.fiesp.com.br/indices-pesquisas-e-publicacoes/o-poder-das-redes-sociais/>. Acesso em 22 de junho 2014.
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm>. Acesso em 22 de junho 2014.
<http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=3918>. Acesso em 22 de junho 2014.


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